1.25.2007

Musicais - 3



Monty Python - Life of Brian

Lembram-se??? Para animar a vida de cada um de nós, mesmo nas piores situações(como a de cima)!
A falta que eles fazem!...

Moedas Visigodas em Território Português


Mais vale tarde do que nunca. Embora já tenha visitado a exposição Moedas Visigodas em Território Português no final do ano passado chamo a atenção para quem ainda a não tenha visto que pode e deve fazê-lo até dia 26 de Janeiro. Este exposição mostra, para além das referidas moedas visigodas, outros vestígios deste povo que é bastante ignorado pela história de Portugal, mas que teve um papel importantíssimo na constituição daquilo que também é hoje parte da nossa identidade. As moedas deste período são interpretadas como simbolos de afirmação do poder e não como moeda corrente, são por isso bastate diferentes de todas aquelas mais facilmente reconhecíveis.

A exposição pode ser vista no Museu do Banco de Portugal, junto á saida de Metro dos Anjos. Aproveito para recomendar a visita á exposição permanente que faz a história da moeda em Portugal desde os tempos pré-hístóricos até ao Euro.

Espinhos - 3




Ontem à saída do Metro do Rato estavam a ser distribuídas várias caixinhas de cartão que reproduziam a embalagem do Pilhão, o contentor onde se devem colocar as pilhas para estas serem recicladas. pnso que esta iniciativa tinha por objectivo divulgar a sua existência e tambêm fazer com que, em casa, as pessoas pudessem já colocar as pilhas descarregadas nesse contentor para que depois as colocassem no maior, normalmente localizados em superficies comerciais.
Ora o que me surpreendeu é que uma parte das pessoas que recebiam a falada embalagem davam 3 passos e deityavam-na descaradamente ao chão. Deste modo nem recivlam as pilhas, nem o papel e ainda sujam o chão. A iniciativa é de liuvar mas ainda há um percurso muito grande a ser percorrido para a educação da sociedade. Sim mais uma vez asd coisas em portugal não funconam por uma questão de educação e príncipios.

1.17.2007

Musicais - 2



Casablanca - As time goes by


Histórias da Cidade - 2

Consta que querem fechar o Monumental ao Saldanha para obras. Se for como todas as obras lisboetas vamor ter que nos preparar para pelo menos 5 anos sem a vista do bar do cinema ao fim da tarde. Tiram-nos tudo nesta cidade...

Os portugueses a lamentar

Amália, Eusébio, Santo António... Se calhar 10 lugares são insuficientes para todos os grandes portugueses que temos. Até os 100 se revelaram insuficientes (ainda que com alguns estranhos penetras). Mas Vasco da Gama?? Infante Dom Henrique??? Se os portugueses soubessem alguma coisa da sua (deles) história metia-os na gaveta e nunca mais deles falava.

O Criacionismo






Parece-me que todos estamos mais ou menos familiarizados com a teoria de Darwin conhecida como Seleção Natural. A referida teoria baseia-se em investigações científicas realizadas por aquele investigador que o levaram a concluir que o ser humano, tal como todas as outras espécies, tende a evoluir adaptando-se ao meio e deixando para trás (para a extinção) especies que não se adaptaram. Quando a teoria da Seleção Natural foi publicada inumeras foram as pessoas que ridicularizaram os seu autor - o Homem não poderia ser uma evolução de um macaco porque tinha sido criado por deus nosso senhor.
Com o passar dos anos e com avançar da investigação cientifica a teoria de Darwin acabaria por vingar. Até aos dias de hoje... é que parece que anda por aí uma corrente Criacionista (ou seja o mundo e o Homem foram criados por um deus) que partindo dos EUA se tem vindo a difundir em vários países ocidentais e orientais. Disto me dão conta o Esquerda Republicana e o Cachimbo de Magritte.
Não sei ao certo o que configura esta nova onda de Criacionismo mas algo está mal quando alguém informado põe de parte centenas de anos de estudos científicos comprovados, por uma teoria que diz que o ser humano têm 4000 anos de história.

1.11.2007

Musical - 1



O cinema é isto mesmo... Sonho.

Apocalypto


Visualmente sem mácua. Apetece estar ali, contactar com aquela gente, cheirar aquele ar. Já o argumento deixa muito a desejar. Parece uma miss este filme, muito bonita mas muito oca. Mel Gibson procurou a forma ao conteúdo, embora a mensagem central do filme - uma civilização só é morta se antes já estiver a ser consumida por dentro - seja transmitida.
Não é um mau filme, mas também não é muito bom. O que é pena, pois tinha tudo para o ser. Devqualquer modo é um filme bom para uma tarde no cinema. Da história não vou falar (ficam as imagens para abrir o apetite).



Elena Mukhina 1960-2006



Elena Mukhina foi considerada a maior ginasta russa quando tinha apenas 18 anos, sendo a arma secreta do regime soviético para os jogos de 1980 (onde seriam postos á prova os atletas treinados rigidamente para o pódio), os primeiros em território russo. Nesse ano, num treino, Elena lesionou-se gravemente na coluna e ficou paraplégica. Do Estado Russo recebeu uma cadeira de rodas e silêncio.
Fiquei hoje a saber da sua história, através da notícia da sua morte, e aqui deixo uma pequena mas merecida homenagem.

Espinhos - 2


Ouvido no comboio:

-Ontem tive que me chatear com o miúdo, ainda bem que o pai estava lá para lhe dar um tabefe.
-Então o que se passou?
- Então tive que o ajudar a fazer os trabalhos de casa. Com esta idade já devia saber fazer as coisas sozinho!
- Ele está com que idade?
- Têm nove. Está agora na 3º ano.

Assim vai o sistema de ensino.

Bagdad


Tenho andado a aprender neste últimos tempos, com o professor José Varandas da cadeira de História Militar da Antiguidade, que a guerra se faz quase sempre em nome de uma cidade. Talvez o que se vêm vindo a passar no Iraque seja uma rara excepção a esta regra. Para saber como era a Bagdad pré-guerra aqui está um texto rico em informação que muito aconselho.

1.08.2007

X-Files PT - 1 : A mumia viva


Para ver por dentro do sarcofrago.

Autocarros


Será que já alguém reparou nos rituais que envolvem os autocarros?
Primeiro há o posicionamento na fila que deve ser cumprido respeitosamente na ordem porque se algum movimento nosso dá a ideia de que nos vamos colocar num lugar da fila que não o último vários olhos nos perseguem. Depois a entrada no autocarro, essa marcha lenta qual procissão dos sítios urbanos, dá a cadência á revista dos documentos válidos para transporte. Chega então o momento de nos sentarmos, aqui a variedade de comportamentos impera, no entanto conseguem-se distingir alguns casos típicos: os velhotes que se sentam sempre na frente, de preferência nos locais reservados para grávidas, pessoas com crianças de colo ou deficientes físicos (um post para estes dias); já os jovens vão o mais para trás que conseguirem, procurando normalmente o lugar junto á janela para não serem incomodados sempre que alguém quer sair; também existe quem goste de ficar sempre nos lugares mais afastados da janela para não terem que pedir licença a ninguém quando querem sair, mas que ao mesmo tempo têm que se levantar sempre que alguém se senta a seu lado.
Eu gosto dos lugares para um único passagueiro, junto á janela (têm que se junto á janela) e de preferência o mais perto possivél da porta. Os autocarros não me convencem.

A imagem mostra os autocarros em Lourenço Marques. Talvez nestes eu não quisesse estar ao pé da porta!

Umas são sobre fadas; o outro sobre como as tratar

Gostei de lêr no Registo Civil as "adaptações modernas" dos contos de fadas e o "guia prático de relações" uma pérola que recomendo a todos os homens.

Espinhos - I




Porque será que a aldeia do Pai Natal fica num castelo medieval utilizado por muçulmanos? E porque será que temos que pagar um bilhete de 5 euros para entrar, revertendo esse dinheiro não para uma instituição que dele precise mas para uma Câmara Municipal e um banco?
Mas eu pensava que no Natal era suposto serem as crianças a receber presentes e não a dá-los ao velhinho das barbas!

Rear Window - A Janela Indiscreta


James Stewart e Grace Kelly com o Mestre. Quando olhamos para tantas vidas e nos esquecemos da nossa.

1.07.2007

Crónicas da cidade - I



O Inverno sempre me fez sentir mais melancólica do que qualquer outra estação. Talvez por não me passar a ideia de movimento, de mudança. A melancolia manifesta-se quando estou demasiado sozinha ou imersa num mar de gente, e reflete-se no pensar no passado, não como ele foi na realidade mas como uma série de flash filtrados pela memória. Hoje foram estes:
- Os taxis verdes e pretos, seguidos por autocarros cor-de-laranja que circulavam em faixas BUS exclusivamente usadas por eles.
-Os dias de passeio na Baixa e Chiado. As compras na Polux, onde me sentia sempre pequenina e as voltas pela rua Garret, com os armazéns fechados.
-O Cais das Colunas, onde para mim começava o mar.
- As idas a Santa Apolónia para ir buscar os avós que chegavam da terra em combóios com cubículos onde podiam ir seis passageios quase sempre a conversar.

A minha cidade mudou tanto...Vinte e um anos sempre por aqui faz com que cada lugar me possa contar uma história.



1.06.2007

Breves de Ano Novo

1 - Os meus impostos deviam garantir-me segurança, assistência e socorro justos, como os que não foram prestados aos pescadores da Nazaré. Mas o nosso descernimento e senso comum também nos devia ajudar a agir de forma a não colocar a nossa vida em perigo. Os pescadores foram para uma área proíbida (se calhar também por pôr a vida de pescadores em perigo) e não usavam os coletes salva-vidas (se não usaram nesse dia pressupomos que nunca o usariam) que de algum modo os poderiam ajudar a conservar a vida. Parece-me que nem só a acção do Estado é irresponsavel, também a daqueles homens foi leviana.

2 - A pena de morte não pode ser associada á palavra justiça. Nunca. Mataram um diabo e fizeram nascer um mártir.

3 - A cultura este ano parece mais prometedora: novos filmes no cinema, boas séries em DVD e TV, livros esperados ansiosamente e projectos culturais vários que sempre nos tiram o coração de misérias em tempo de vacas magras(sempre os melhores para a CRIAÇÃO)


Admiravel Ano Novo





Ou talvez nem tão admiravel assim.

De admiravel talvez, e apenas, o facto de nos levar a pensar que é possivél recomeçar, de algum modo, aquilo que não deu certo no ano anterior, ou seja, renova-nos o optimismo (ao que o Natal, as festas de fim do ano e os saldos ajudam certamente).
Também o presente Inverno, que sabemos em breve passar a Primavera, nos cumula de um a crescente expectativa. Na realidade este ano em quase nada promete ser melhor que o anterior (mas isso serão letras para uma próxima sopa).

No fundo também eu (e pese todo o pessimismo dos portugueses) tenho a esperança (também muito portuguesa) de que este seja um melhor ano, por isso, a criação deste blog (a tal tentativa de recomeçar ou começar...) onde penso comentar algumas experiências pessoais mas também a actualidade.