12.14.2007

Uma questão de timing



Bob Dylan (1976)




Guns & Roses (1988)

Isto até têm um pouco espirito natalício.

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Tratado a metro




Era uma vez uma constituição, aquela compilação de leis básicas ao funcionamento de um Estado, que se queria europeia. Para que fosse implementada a menina tinha que ir a referendo em cada um dos paises. Dois disseram que não e a menina não chegou a nascer.

Surge então uma ideia, quase mágica de tão simples, muda-se o sexo á coisa, de menina constituição passa a menino tratado, e assim já não é preciso um referendo.

Por voltas do destino o menino nasceu hoje em Lisboa, e a Europa não podia estar mais feliz. Mas os mais felizes de todos foram os lisboetas que ao andar de metro "á borla" comentam,
-Hoje não se paga porque o metro faz anos.


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12.13.2007

De repente, a meio da noite, sozinhos no sofá, com o copo de leite a aquecer as mãos, descobrimos que batemos no fundo, quando estamos a ver a Manuela Moura Guedes a can(ma)tar Jorge Palma numa festa de Natal.

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Não sei, mas parece-me melhor que os DZRT



Bad - Michael Jackson (a musica só começa ao minuto 9, mas vale a pena ver de início)

P.s. Filmado por Martin Scorsese

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Rigoletto





Perece-me bem falar de ópera, embora para dizer mal ou como se costuma dizer em meios mais populares, fazer queixinhas.

Por estes dias estreou no São Carlos o Rigoletto de Verdi. Esta foi a primeira obra a estrear sob a nova direcção (direção, com acordo ortográfico, porque letras a mais so acrescentam tinta de impressora) escolhida pelo Ministério da Cultura após o despedimento, de forma reles e baixa, do antigo responsavel, que segundo os entendidos fazia um trabalho, se não bom, pelo menos meritório. Ora, segundo o que pude avaliar através das impressões deixadas um pouco por toda a blogosfera, conseguiram assassinar o Verdi e transformar o Rigoletto num filme de terror, com uma encenação deplorável e uma orquestra dirigida de forma medíocre.

A pergunta que fica é esta: até quando vão os governos nomear funcionários por amizade e passar a fazê-lo pela qualidade? É que o dinheiro dos contribuintes não estica, é cada vez menos e financia uma crescente incompetência e ignorância laboral.

Dito isto, para quem apreciar uma crítica construtiva de quem marcou presença:
Portugal dos pequeninos
Crítico Musical

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